Arrepios pelo corpo e as curas do magnetismo

Eu cheguei naquela festa e senti um arrepio. Olha só os pelos do meu braço, ficaram arrepiados só em falar daquela situação. Este ambiente me arrepia e me deixa sem energia. Essa oração me faz arrepiar. O que são os arrepios pelo corpo? Como explicar este fenômeno? A física quântica explica.

Conceitos

Primeiramente, vamos alinhar alguns conceitos importantes. Ressalto que tento trazer aqui um jargão simplificado, para que possa alcançar a todos os públicos. Assim, peço licença aos físicos de plantão para esta singela, mas extremamente importante, explicação.

Física Quântica é um ramo da ciência que estuda todos os fenômenos que acontecem com as partículas atômicas e subatômicas, ou seja, que são iguais ou menores que os átomos, como os elétrons, os prótons, as moléculas e os fótons, por exemplo.
Oscilação é quando o movimento de um corpo descreve uma trajetória e a partir de certo momento começa a repeti-la. Ela é melhor explicada se observarmos o funcionamento de um pêndulo. O pêndulo percorre sempre o mesmo caminho, conforme demonstrado na figura, ao repetir a mesma trajetória de A ate B, dizemos que ele realiza uma oscilação
Frequência é o número de oscilações por segundo. Quanto maior a frequência, mais alta é ela; quanto menor, mais baixa. Então, por exemplo, se executar 10 oscilações em um segundo, a frequência é baixa; se realizar 10.000 oscilações em um segundo, a frequência é alta.
Uma corrente elétrica é produzida com a condução de partículas de elétrons por um condutor, gerando um campo magnético, como se fosse um ímã. Quanto maior a intensidade de uma corrente elétrica, maior é campo magnético por ela gerado.
Agora que alinhamos alguns conceitos importantes, vamos trazer estes conceitos para o corpo humano. Primeiro há que se explicar que o nosso pensamento produz impulsos nervosos que se propagam através dos neurônios tem origem elétrica e resulta de alterações nas cargas elétricas das superfícies externa e interna da membrana celular.

“Segundo Brito e Junior (5), o laboratório de Nicolelis, na Duke University, ganhou destaque internacional em 2003 ao fazer um macaco mover os braços de um robô apenas com o pensamento, alimentando os impulsos elétricos do cérebro do macaco a um computador ligado aos braços robóticos.”
O impulso elétrico é fundamental para garantir a comunicação entre essas células nervosas. Ou seja, cada pensamento, cada emoção, cada suspiro, produz correntes elétricas com diferentes frequências vibratórias em nosso organismo. Outros órgãos também produzem impulsos elétricos, mas não vamos tratá-los aqui. E se você está surpreso em se imaginar como um grande condutor elétrico, e acha que isto é uma grande novidade, fique sabendo que se trata de uma descoberta antiga. Os primeiros estudos acadêmicos sobre o magnetismo do corpo humano, denominado como magnetismo animal (pela necessidade de diferenciá-lo do mineral), foi produzido e documentado em uma dissertação de doutorado em 1760, pelo médico alemão Frans Anton Mesmer, na Suádia. Depois disso, vários cientistas, inclusive o Allan Kardec, vieram apresentando trabalhos sobre o magnetismo animal desenvolvendo e aprimorando o conhecido “mesmerismo”. O exame da ressonância magnética, por exemplo, foi concebido à partir do conceito de que as moléculas do nosso organismo produzem pequenos campos magnéticos.

Os arrepios

Você já brincou com um gerador de Van de Graaf? Aquele que você coloca a mão e os cabelos se arrepiam.

Bom, podemos imaginar a nossa energia circulando envolto de um campo magnético, formado pela nossa própria frequência que pode ser alta ou baixa, conforme explicado anteriormente. Quando entramos em contato com o campo magnético de uma outra pessoa, animal, planta ou ambiente, podemos receber elétrons ou doar elétrons. Quando essa troca energética ocorre de forma brusca, nós sentimos no nosso corpo físico o arrepio. É como se fosse a descarga rápida de uma energia. Ressalto que existem outros tipos de arrepios que funcionam na mesma lógica: quando estamos com o corpo quente e um vento frio bate, temos uma quebra de tensão, de temperatura, e o arrepio mostra isso e logo se regula a temperatura corpórea. Quando estamos tensos e recebemos uma massagem, podemos arrepiar, porque a energia tensa do nosso corpo é quebrada dando lugar a uma energia mais calma, daí vem o arrepio.

Neste artigo, dei ênfase ao arrepio provocado pela troca energética por que esta informação é extremamente útil no nosso dia a dia. Saibam que um arrepio provocado pela troca de elétrons pode ser bom ou ruim para você, depende.

A troca de elétrons

O conhecimento do fenômeno da troca de elétrons é extremamente útil para o nosso dia a dia. Para descrever melhor o raciocínio acerca do tema vou incluir aqui mais um conceito importante, a carga elétrica. Neste contexto, quando conseguimos colocar mais elétrons no corpo, dizemos que o corpo está “carregado positivamente”. Quando, ao contrário, há carência ou falta de elétrons, dizemos que está “carregado negativamente”. Este efeito pode ser verificado facilmente se encostarmos um pente, ou uma caneta a pedacinhos de papel, nada acontece: o pente e a caneta estão “descarregados”. Mas se esfregarmos o pente ou a caneta num pedaço de lã ou flanela, e os aproximarmos dos pedacinhos de papel, veremos que estes pulam e aderem à caneta ou ao pente: então dizemos que estão “carregados”.
O nosso corpo humano precisa da eletricidade estática, um superávit de elétrons, visto que ele consiste num eletrólito (isto é, 66% dele é solução salina que contém e conduz elétrons: essa solução salina tem o nome de “soro fisiológico”) e para a manutenção do corpo humano saudável é importante que ele esteja equilibrado quanto ao número de elétrons. Quando estes se escoam (por exemplo, pelos pés molhados ou pela perda de elétrons para pessoas ou ambientes) o corpo se torna “deficiente” de elétrons, e surgem as doenças como reumatismo, nefrite, flebite, catarros, etc., etc., pelas exaltações de germens.
“As enfermidades exprimem falta de elétrons; a saúde, é o equilíbrio; o excesso de vitalidade é um “superávit” de elétrons.” (3)
Manter o corpo com superávit de elétrons é uma tarefa bem importante para a nossa saúde. Se você não está bem energeticamente, é bom evitar locais ou pessoas que “tiram” elétrons de você. Geralmente são pessoas que estão vibrando na energia contrária ao amor, ou seja, na energia fora da caridade, no egoismo, na inveja, no ciúme e na negatividade. Existe uma outra forma de se proteger e para isso vou lhes ensinar uma técnica simples e eficiente para “fechar o corpo”: mantenha seus pensamentos no amor, sua vibração será sempre alta e seu campo magnético estará sempre fortalecido, atraindo somente positividade. Ou seja, você estará sempre “carregado positivamente”. Pastorino (3) afirma que cada cérebro pode emitir vibrações na freqüência alta ou baixa, de acordo com o teor dos pensamentos mais constantes. O amor vibra em alta freqüência; o ódio, em baixa freqüência. São pólos opostos. Quanto mais elevados os pensamentos, em amor, mais alta a freqüência alcançada e maior o campo magnético gerado.
“O que eleva a freqüência vibratória do pensamento (vímo-lo) é o amor desinteressado; abaixa as vibrações tudo o que seja contrario ao amor: raiva, ressentimento, mágoa, tristeza, indiferença, egoísmo, vaidade, enfim qualquer coisa que exprima separação e isolamento.” (3)

Desta forma, com pensamentos voltados para o amor você uma frequência vibracional alta, e o seu campo magnético estará fortalecido. Além disso, o seu campo magnético forte poderá influenciar positivamente as pessoas, plantas e animais ao seu redor, que serão “tratados” por indução. Já ouviu falar que você precisa manter a mente positiva para atrair coisas boas e para ter saúde. Ainda, já teve contato com pessoas cuja aproximação te trás um bem estar inexplicável. Isso não tem a ver com misticismo, tem explicação lógica no campo magnético que se produz na sua capacidade em atrair energias afins, inclusive as espirituais.

“Cada criatura com os sentimentos que lhe caracterizam a vida íntima emite raios específicos e vive na onda espiritual com a qual se identifica.” (4)

A recuperação dos elétrons

Agora, s

e você já perdeu elétrons, não se desespere, há formas bem eficientes de reposição de elétrons. Você pode tentar tirar um pequeno sono de 15 minutos, ou fazer uma prece que eleve o seu padrão de pensamento para o amor, ou trabalhar na caridade e agir sempre com amor. Você também pode receber passes, ser benzido ou receber o Reiki. Ainda existem ervas que possuem e produzem grande número de elétrons. E, sendo a água um bom condutor de energia, essas ervas são empregadas com muito êxito em banhos chamados de descarga (popularmente conhecidos como descarrego), porque retemperam e reequilibram o organismo. E vocês pensaram que banho de descarrego era outra coisa, né?
Tenho certeza que vocês já ouviram alguém dizer que colocar certas plantas (arrudas, “espada de São Jorge”, etc.), no ambiente é bom e isso se dá porque a produção de elétrons destas plantas protege os frequentadores daquele local. No entanto, quando a sucção dos elétrons é grande no ambiente, a planta chega a murchar: é quando se diz que “o ambiente não está bom”. Em analogia, estar em contato com a natureza e colocar os pés descalços na terra são restauradores porque recebemos elétrons das plantas e doamos elétrons para o solo, produzindo um equilíbrio energético. Lindo isso!
Este mesmo conceito explica a eficiência dos tratamentos por magnetismo, pela imposição de mãos. Acredito que vocês já sabem que os elétrons são dirigidos mais facilmente para as pontas, portanto, as mãos são ótimas ferramentas de magnetização (restauração energética). Atento que você pode ajudar uma outra pessoa a se restabelecer através da magnetização produzida por pensamento direcionado por uma intenção ou uma prece.
Vou convidá-los a refletir um pouco além. Estou usando a ciência da física quântica e da neurociência para explicar como pensamentos pautados no amor podem produzir curas. Destaquei que tais pensamentos aumentam o nosso campo magnético e que este campo pode ajudar a todos que nos cercam. Agora, peço licença aos religiosos para imaginar como seria estar perto de alguém que tem o pensamento elevado por todo o tempo, como Jesus e, neste artigo, pautar apenas no seu magnetismo.
“E aconteceu que, enquanto ele estava em uma das cidades, eis que um homem cheio de lepra, ao ver Jesus, posternando-se, rogou-lhe, dizendo: Senhor, se quiseres, pode purificar-me. Estendendo a mão, tocou-lhe, dizendo: Quero, seja purificado! E imediatamente a lepra afastou-se dele.”
Lucas 5:12-13

Puxa, estou pensando aqui, Jesus já conhecia física quântica há mais de dois mil anos atrás. Baseando em toda explicação lógica deste artigo, eu acredito nas curas de Jesus e isso não tem nada a ver com a religião, tem a ver com a minha crença de que ele possuía uma conexão direta com Deus, tornando-se puro amor. Queria ter estado em uma pontinha do seu campo magnético e sentir toda vibração de cura emanada por ele. E você?

Espero que tenham gostado deste artigo!

Luz Estelar!

Referências:
3 – Pastorino, C. Torres. Técnicas da Mediunidade.
4 – Xavier, Chico. Nos Domínios da Mediunidade. Pelo Espirito André Luiz – Editora FEB.
Observação: Contei com a revisão da minha consultora particular em física: Lúcia Mendes, minha mamãe 😉
Anúncios

3 comentários sobre “Arrepios pelo corpo e as curas do magnetismo

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s