Publicado em autoconhecimento, Curas

Empatia

A empatia é um sentimento que anda junto com a caridade. É dizer “Estou com você”, só que com atitudes e não apenas palavras.

É muito mais fácil delegar o acolhimento de alguém que precisa para Deus ou para os anjos. Em verdade, Deus e os anjos lhe colocaram ali para que você, em nome deles, acolha a dor do outro.

Age, porém, diante dos acidentados da alma com a prudência e a piedade do enfermeiro que socorre a contusão sem alargar a ferida.[1]

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Veja o vídeo sobre empatia.

Luz Estelar

Referências:

1 – Livro Estude e Viva. Cap. 17. Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira

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Publicado em autoconhecimento, Espiritismo

O Poder da Prece

Por que você reza? Para pedir alguma graça? Para louvar a Deus? Para agradecer? E então… funciona?

Antes de pensarmos no poder da prece, há que se ponderar o que podemos esperar como resultados. Assim, poderemos mensurá-los, certo?

Pesquisas indicam que, em geral, as pessoas fazem preces com três finalidades:

  1. Louvar a Deus ou a alguma entidade do plano espiritual (anjos, santos, etc)
  2. Agradecer a Deus ou a alguma entidade do plano espiritual (anjos, santos, etc)
  3. Pedir alguma graça para si mesmo ou para outro (prece interceptória).

Precisamos, então, analisar o alcance possível destas três finalidades para que possamos mensurar a eficiência da prece.

Os objetivos da prece tem a sua finalidade muito intrínseca a sua visão de Deus. Para mim, Deus não é um ser. Ele é a força do amor, como diz João Evangelista “Deus é amor”. Esta frase que tanto anda em adesivos em carros tem um significado esplêndido, porque nela não há um artigo definindo Deus, portanto Ele é um verbo, uma força que somente percebemos nas Suas ações. Desta forma, este verbo que é a causa primária de todas as coisas, ao meu ver, não precisa que euzinha fique louvando a ele. Claro que não existem os sintomas de vaidade e nem de vingança em uma Força do Amor. Desta forma, ao meu ver, Deus não precisa que eu faça preces para envaidece-lo ou para mostrar a ele o que eu preciso. Confie em mim… Ele sabe de tudo o que você está passando! Da mesma forma, imagino que São Francisco, Jesus, Nossa Senhora, Santa Clara, estejam ótimos. Eles são seres iluminadíssimos e não estão esperando a minha prece para atuar em minha vida. Seguindo a mesma linha de pensamento, sendo Deus um Pai amoroso, o agradecimento de seu filho é pouco relevante para aquele que tem amor incondicional. Vou ser mais clara, quando eu faço o café da manhã para o meu filho fico muito feliz por poder lhe dar esse carinho. Usualmente não espero um “obrigado, mamãezinha do meu coração”, entende? Deus nos ama e ponto, sem condições.

Você pode estranhar estas colocações, pois aprendemos que devemos barganhar com Deus e com o plano espiritual, mas não acredito nessa relação doentia. Bom, essa é uma opinião pessoal e realmente não acredito que Deus ou todos os seres iluminados estejam precisando da minha prece! Leia até o final, talvez você consiga compreender melhor onde quero chegar.

Quero dizer que, diante de tudo o que eu já li, estudei e vivenciei, tenho convicção que sou filha de Deus, criada a sua imagem e semelhança. Ou seja, EU SOU a força do amor, igual ao meu Pai. O problema é que às vezes, ou melhor, muitas vezes, me distancio Dele e me desconecto.

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Agora estão entendendo onde quero chegar?

Desta forma, a prece é um movimento nosso em direção à Força do Amor. Louvar a Deus é se conectar com Ele. Ou seja, Deus já está aqui e eu que preciso me conectar a Ele para beber dessa fonte de amor. Durante a prece a gente muda a nossa vibração e tudo funciona como uma mudança da estação de rádio. Assim, entramos em outra freqüência.

rádio
A prece nos sintoniza na frequência divina, como uma estação de rádio.

Ao entender a prece como uma alteração na minha frequência para me conectar na força do amor, a melhor prece é a da gratidão, porque quando a fazemos, geralmente, já estamos com o coração cheios de alegria. Ou seja, próximos da freqüência do amor.

Entretanto, a prece para pedir por você mesmo ou por outro também pode ser eficiente, desde que você não se conecte com o sofrimento, que é a estação de rádio errada. Ou seja, você precisa conectar com a energia da cura ou da bem-aventurança. Aí sim, você está ligando na estação de rádio correta. Da mesma forma acontece com a prece por entes queridos que não estão mais no nosso plano, não se deve conectar a eles com sofrimento e sim lhes enviando amor e paz.

Agora vou lhes dizer uma surpresa que facilita muito a sintonização!

Sendo a prece um movimento nosso em direção à força do amor, um amigo me ensinou que existem outras formas de fazer preces. Basta nos conectarmos com o amor. Ver um filme, brincar com um cachorrinho, divertir como crianças, todos esses movimentos funcionam para tornar o nosso copo menos cheio e nos conectarmos com essa força maravilhosa do amor.

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Por fim, concluo que a prece mais eficiente é aquela em que você se conectou com os seus sentimentos mais elevados de puro amor!

A prece funciona sim e use sem moderação 😉

Luz Estelar.

Publicado em autoconhecimento

Alimento Verbal

Vivemos em um mundo repleto de bombardeios de informações e em uma era dos especialistas formados pela internet sobre tudo! Ao oferecer uma comida para alguém você deve estar preparado para responder se contem glúten, se tem lactose, se é orgânico, se é low carb e muito mais. Bom, e se tratássemos as informações da mesma forma que estamos tratando as questões alimentares? Como estamos tratando o verbo do qual ingerimos? Isto mesmo, você faz alguma seleção ou ingere tudo?

Espero que gostem!

A proposta desta reflexão não é falar sobre o público neurado em alimentação e trazer esta neura para todos os outros campos da vida. O equilíbrio é sempre o melhor caminho. O público que estou falando é aquele que se preocupa sim com a alimentação, mas que, como eu, de vez em quando se debruça em um pote de sorvete ou uma barra de chocolate feliz da vida, mas sabendo exatamente o que estou fazendo! Sei que há pessoas que não se preocupam tanto assim com os alimentos, mas ao menos sabem olhar em um rótulo se é light, diet ou dá prêmios. 😉

Bom, vamos embarcar nessa viagem…

Imagine-se em um grande banquete. Tudo lhe parece saboroso. No entanto, alguns alimentos, se você observá-los com mais cautela, você já os descartaria imediatamente. Criamos critérios pelo cheiro, pelo formato e até pela cor. Por analogia, algumas informações você já deveria descartar instantaneamente. Aquelas muito sensacionalistas que chegam a ser amargas, ou aquelas que trazem tanta polêmica desnecessária que são muito ácidas. Faz bem se poupar de certos alimentos verbais danosos e não oferecê-los para a família e amigos.

Comida amarga
Se você não gosta, evite assuntos e informações amargas. Seria razoável você também não oferecer este tipo de alimento verbal para os outros, certo?

No texto do capítulo “Alimento Verbal” [1], Emmanuel sugere avaliarmos a procedência do verbo que nos alimentamos e oferecemos aos outros. Assim como temos buscado a alimentação orgânica, há que se buscar as informações orgânicas, ou seja, natural e livre de adulterações. Simples assim: antes de passar uma informação sobre a Joana, pergunte para a Joana. Antes de passar uma notícia para frente, veja quem a está endossando?
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Agora que você já refletiu sobre a procedência dos alimentos, vamos para outro critério: a digestão! Este é um fator muito pessoal. Diria que o que nos difere uns dos outros é basicamente o nosso aparelho digestivo, ou seja, a forma como digerimos fisicamente e energeticamente as informações que nos são passadas.

Para explicar melhor, digo que há certos alimentos naturais, orgânicos, deliciosos e que me fazem mal como o Pequi. Amoooo… mas passo muito mal. Talvez eu deveria nunca mais comer, mas gosto muito. O que proponho é que você tenha consciência do que você está ingerindo e as consequências de sua digestão e, à partir de então, faça uma escolha. Por exemplo: veja um filme, escute uma música, ouça uma notícia e se analise. Perceba como você fica durante esta digestão: feliz, triste, animado, irritado? Conhecer este efeito é muito importante.

No meu caso, quando ouço o Gayatri Mantra me sinto feliz, quando ouço a música da Iza me sinto empoderada! Ou seja, quando a minha autoestima estiver ficando baixa, o meu alimento deve ser a Iza. Funciona no meu caso! Da mesma forma, evito filmes que fazem chorar, porque eu me acabo e custo a mudar o meu campo energético. Enfim, você precisa entender que determinados alimentos verbais servem para determinadas situações. Assim, se você quiser ver um filme de guerra, mesmo sabendo que te deixa agitado demais, não marque uma conversa com o chefe logo após. Ou seja, não consuma nada sem estar atento nas consequências no seu organismo. Saiba que, tendo consciência ou não, estes alimentos vão ser digeridos pelo seu organismo físico e energético.

Então, quando alguém for te oferecer um alimento verbal, pergunte sem medo: contém glúten?

Referência:

  1. Livro Palavras de Vida Eterna, Emmanuel por Chico Xavier, cap. 87 – Alimento Verbal