Publicado em autoconhecimento, Espiritismo

O Poder da Prece

Por que você reza? Para pedir alguma graça? Para louvar a Deus? Para agradecer? E então… funciona?

Antes de pensarmos no poder da prece, há que se ponderar o que podemos esperar como resultados. Assim, poderemos mensurá-los, certo?

Pesquisas indicam que, em geral, as pessoas fazem preces com três finalidades:

  1. Louvar a Deus ou a alguma entidade do plano espiritual (anjos, santos, etc)
  2. Agradecer a Deus ou a alguma entidade do plano espiritual (anjos, santos, etc)
  3. Pedir alguma graça para si mesmo ou para outro (prece interceptória).

Precisamos, então, analisar o alcance possível destas três finalidades para que possamos mensurar a eficiência da prece.

Os objetivos da prece tem a sua finalidade muito intrínseca a sua visão de Deus. Para mim, Deus não é um ser. Ele é a força do amor, como diz João Evangelista “Deus é amor”. Esta frase que tanto anda em adesivos em carros tem um significado esplêndido, porque nela não há um artigo definindo Deus, portanto Ele é um verbo, uma força que somente percebemos nas Suas ações. Desta forma, este verbo que é a causa primária de todas as coisas, ao meu ver, não precisa que euzinha fique louvando a ele. Claro que não existem os sintomas de vaidade e nem de vingança em uma Força do Amor. Desta forma, ao meu ver, Deus não precisa que eu faça preces para envaidece-lo ou para mostrar a ele o que eu preciso. Confie em mim… Ele sabe de tudo o que você está passando! Da mesma forma, imagino que São Francisco, Jesus, Nossa Senhora, Santa Clara, estejam ótimos. Eles são seres iluminadíssimos e não estão esperando a minha prece para atuar em minha vida. Seguindo a mesma linha de pensamento, sendo Deus um Pai amoroso, o agradecimento de seu filho é pouco relevante para aquele que tem amor incondicional. Vou ser mais clara, quando eu faço o café da manhã para o meu filho fico muito feliz por poder lhe dar esse carinho. Usualmente não espero um “obrigado, mamãezinha do meu coração”, entende? Deus nos ama e ponto, sem condições.

Você pode estranhar estas colocações, pois aprendemos que devemos barganhar com Deus e com o plano espiritual, mas não acredito nessa relação doentia. Bom, essa é uma opinião pessoal e realmente não acredito que Deus ou todos os seres iluminados estejam precisando da minha prece! Leia até o final, talvez você consiga compreender melhor onde quero chegar.

Quero dizer que, diante de tudo o que eu já li, estudei e vivenciei, tenho convicção que sou filha de Deus, criada a sua imagem e semelhança. Ou seja, EU SOU a força do amor, igual ao meu Pai. O problema é que às vezes, ou melhor, muitas vezes, me distancio Dele e me desconecto.

Prece3

Agora estão entendendo onde quero chegar?

Desta forma, a prece é um movimento nosso em direção à Força do Amor. Louvar a Deus é se conectar com Ele. Ou seja, Deus já está aqui e eu que preciso me conectar a Ele para beber dessa fonte de amor. Durante a prece a gente muda a nossa vibração e tudo funciona como uma mudança da estação de rádio. Assim, entramos em outra freqüência.

rádio
A prece nos sintoniza na frequência divina, como uma estação de rádio.

Ao entender a prece como uma alteração na minha frequência para me conectar na força do amor, a melhor prece é a da gratidão, porque quando a fazemos, geralmente, já estamos com o coração cheios de alegria. Ou seja, próximos da freqüência do amor.

Entretanto, a prece para pedir por você mesmo ou por outro também pode ser eficiente, desde que você não se conecte com o sofrimento, que é a estação de rádio errada. Ou seja, você precisa conectar com a energia da cura ou da bem-aventurança. Aí sim, você está ligando na estação de rádio correta. Da mesma forma acontece com a prece por entes queridos que não estão mais no nosso plano, não se deve conectar a eles com sofrimento e sim lhes enviando amor e paz.

Agora vou lhes dizer uma surpresa que facilita muito a sintonização!

Sendo a prece um movimento nosso em direção à força do amor, um amigo me ensinou que existem outras formas de fazer preces. Basta nos conectarmos com o amor. Ver um filme, brincar com um cachorrinho, divertir como crianças, todos esses movimentos funcionam para tornar o nosso copo menos cheio e nos conectarmos com essa força maravilhosa do amor.

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Por fim, concluo que a prece mais eficiente é aquela em que você se conectou com os seus sentimentos mais elevados de puro amor!

A prece funciona sim e use sem moderação 😉

Luz Estelar.

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Alimento Verbal

Vivemos em um mundo repleto de bombardeios de informações e em uma era dos especialistas formados pela internet sobre tudo! Ao oferecer uma comida para alguém você deve estar preparado para responder se contem glúten, se tem lactose, se é orgânico, se é low carb e muito mais. Bom, e se tratássemos as informações da mesma forma que estamos tratando as questões alimentares? Como estamos tratando o verbo do qual ingerimos? Isto mesmo, você faz alguma seleção ou ingere tudo?

Espero que gostem!

A proposta desta reflexão não é falar sobre o público neurado em alimentação e trazer esta neura para todos os outros campos da vida. O equilíbrio é sempre o melhor caminho. O público que estou falando é aquele que se preocupa sim com a alimentação, mas que, como eu, de vez em quando se debruça em um pote de sorvete ou uma barra de chocolate feliz da vida, mas sabendo exatamente o que estou fazendo! Sei que há pessoas que não se preocupam tanto assim com os alimentos, mas ao menos sabem olhar em um rótulo se é light, diet ou dá prêmios. 😉

Bom, vamos embarcar nessa viagem…

Imagine-se em um grande banquete. Tudo lhe parece saboroso. No entanto, alguns alimentos, se você observá-los com mais cautela, você já os descartaria imediatamente. Criamos critérios pelo cheiro, pelo formato e até pela cor. Por analogia, algumas informações você já deveria descartar instantaneamente. Aquelas muito sensacionalistas que chegam a ser amargas, ou aquelas que trazem tanta polêmica desnecessária que são muito ácidas. Faz bem se poupar de certos alimentos verbais danosos e não oferecê-los para a família e amigos.

Comida amarga
Se você não gosta, evite assuntos e informações amargas. Seria razoável você também não oferecer este tipo de alimento verbal para os outros, certo?

No texto do capítulo “Alimento Verbal” [1], Emmanuel sugere avaliarmos a procedência do verbo que nos alimentamos e oferecemos aos outros. Assim como temos buscado a alimentação orgânica, há que se buscar as informações orgânicas, ou seja, natural e livre de adulterações. Simples assim: antes de passar uma informação sobre a Joana, pergunte para a Joana. Antes de passar uma notícia para frente, veja quem a está endossando?
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Agora que você já refletiu sobre a procedência dos alimentos, vamos para outro critério: a digestão! Este é um fator muito pessoal. Diria que o que nos difere uns dos outros é basicamente o nosso aparelho digestivo, ou seja, a forma como digerimos fisicamente e energeticamente as informações que nos são passadas.

Para explicar melhor, digo que há certos alimentos naturais, orgânicos, deliciosos e que me fazem mal como o Pequi. Amoooo… mas passo muito mal. Talvez eu deveria nunca mais comer, mas gosto muito. O que proponho é que você tenha consciência do que você está ingerindo e as consequências de sua digestão e, à partir de então, faça uma escolha. Por exemplo: veja um filme, escute uma música, ouça uma notícia e se analise. Perceba como você fica durante esta digestão: feliz, triste, animado, irritado? Conhecer este efeito é muito importante.

No meu caso, quando ouço o Gayatri Mantra me sinto feliz, quando ouço a música da Iza me sinto empoderada! Ou seja, quando a minha autoestima estiver ficando baixa, o meu alimento deve ser a Iza. Funciona no meu caso! Da mesma forma, evito filmes que fazem chorar, porque eu me acabo e custo a mudar o meu campo energético. Enfim, você precisa entender que determinados alimentos verbais servem para determinadas situações. Assim, se você quiser ver um filme de guerra, mesmo sabendo que te deixa agitado demais, não marque uma conversa com o chefe logo após. Ou seja, não consuma nada sem estar atento nas consequências no seu organismo. Saiba que, tendo consciência ou não, estes alimentos vão ser digeridos pelo seu organismo físico e energético.

Então, quando alguém for te oferecer um alimento verbal, pergunte sem medo: contém glúten?

Referência:

  1. Livro Palavras de Vida Eterna, Emmanuel por Chico Xavier, cap. 87 – Alimento Verbal
Publicado em Espiritismo

A Metáfora da Bigorna

Olá!

Vou falar de um tema que surgiu em uma conversa entre amigas do coração. A metáfora da bigorna! Algo que coube muito para mim mesma e nos gerou uma série de reflexões interessantes e risadas ao lembrar dos desenhos animados. Pergunto: porque você continua carregando uma bigorna para todo lado? Solte! Deixe fluir!

Tudo começa assim…

De repente uma preocupação ou uma questão chega na sua mente como uma visita inesperada. Ela vai ganhando espaço em sua vida e acaba por ser uma grande bigorna que você passa a carregar para cima e para baixo. A metáfora da bigorna é perfeita neste caso! Pense bem: ela é pesada, é grande e é um grande incômodo carregá-la para todo lado. No entanto, você nem cogita a ideia de soltá-la. Incrível, né?

Vou ser mais prática…

Pense em uma pessoa que deseja parar de fumar. Assim, ela precisa sair do ponto A (atual) e ir para o ponto B (futuro). Ela espera chegar ao ponto B, não fumante, mas ao invés de focar a sua mente em B, ela fica sentindo-se culpada e se estaciona no ponto A. Ela se pune o dia inteiro por ter fumado mais um cigarro e toda vez que ela tosse, ela entra em um processo de culpa e volta a sua mente para o ponto A. Está aí a bigorna do fumante, mas existem várias bigornas por aí. A bigorna da obesidade. A bigorna das contas para pagar. A bigorna de uma doença. Parece até que as indústrias ACME não param de produzir bigornas.

Bigorna das indústrias ACME

Além do efeito claro na nossa vida de que uma bigorna nos pesa muito e torna a caminhada bem difícil, há um outro efeito muito importante chamado Zenon Quântico. Ele ocorre quando estamos caminhando do ponto A para o ponto B, mas ficamos tão focados e preocupados em sair de A, que simplesmente não saímos.

Zenon Quântico (alguns chamam de Zenão Quântico)

Antes de explicar o conceito, é importante te lembrar que somos feitos de átomos. Além disso, precisamos ter em mente que um átomo é pura energia. Ainda, lembre-se que estamos imersos em grandes contextos de átomos e energias: o ar, o sol, a terra, os alimentos, uma mesa, uma cadeira. Tudo é energia. Por algum tempo, os acontecimentos do cotidiano eram explicados pela Física Mecanicista de Newton, mas já faz um bom tempo, desde 1905 com as publicações de Einstein, que todo entendimento vem se convergindo para a Física Quântica.

A primeira publicação matemática tratando o termo Zenon Quântico aconteceu em 1976, em um artigo de Misra e Sudarshan. O nome foi inspirado no filósofo grego Zenon de Eléia.

O efeito Zenon quântico é a inibição das transições entre estados quânticos através de repetidas medições de um estado. [1]

O efeito Zenon Quântico acontece quando o observador mede a trajetória de um átomo seguindo a trajetória de A para B. Ao produzir uma medição, o átomo estaciona no ponto A e, quanto mais se mede, menos chances do átomo chegar até B.

Na prática, funciona assim…

Seu chefe lhe solicitou um relatório que você demoraria um dia para concluí-lo. Então, a cada cinco minutos ele interrompe o seu serviço e confere se você está realmente fazendo o relatório. Ao final do dia, você não conseguiu sair do começo (ponto A).

Um exemplo para o efeito Zeno quântico seria um núcleo radioativo. Se após uma hora medíssemos quantos átomos decaíram em uma amostra, suponha que 50% deles o tenham feito, ao medir a cada minuto, no final (após uma hora) menos de 1% teria decaído! E no limite, se observássemos continuamente o núcleo radioativo, ele nunca decairia! [2]

Assim são os nossos desejos e questões. Toda vez que você produz uma medição, ou seja, conferindo se você saiu do ponto A (inicial), revendo o pedido, você estaciona em A. Vira o chefe Zenon… brincadeirinha… O fato é que o ponto A se torna aquela grande bigorna que você insiste em ficar carregando.

Então o que fazer?

Bom, se a meta é chegar até o ponto B (final), cabe você começar a vibrar em B. Voltando ao caso do cigarro, você precisa soltar o ponto A e não ficar tão preocupada em chegar ao ponto B. Simplesmente caminhar. Para exemplificar melhor, ao invés de ficar se lamentando cada vez que você acende um cigarro, você precisa passar a comemorar cada momento que você não fumou e agradecer cada caminhada que você conseguiu fazer para restabelecer a condição respiratória. Assim, você para de ficar medindo o quanto você saiu de A e curte o caminho sem ter tanta ansiedade. O ponto A não interessa mais. Solte a bigorna!

Ou seja, solte a bigorna, caminhe leve, comemore cada conquista e seja grato.

Assim, você acelera a chegada ao que você deseja!

Referências:
1 – Seminário de Quântica Aplicada nº USP: 7524592, Renata da Fonseca Moraes Batista,
“Efeito Zeno Quântico”. http://www.ifsc.usp.br/~strontium/Teaching/Material2011-1%20SFI5774%20Mecanicaquantica/Seminario%20-%20Renata%20-%20Efeito%20Zeno%20quantico.pdf
2 – Monografia de Priscila Cavassin, Efeito Zeno Quântico, Universidade de São Paulo, 14 de junho de 2017.
3 – http://professor.ufrgs.br/fernando-haas/files/fisica_moderna.pdf

Publicado em Espiritismo, Evangelho de Jesus

O Pedido de Casamento

Vou contar para vocês sobre um dia inusitado. O dia em que recebi um lindo pedido de casamento!

casamento

Toda manhã do terceiro domingo do mês, participo de uma tarefa de apoio aos mais necessitados. Há um senhor naquele local que sempre me ensina muito, vou chamá-lo de João (nome fictício/história real).

A minha jornada com o João começou faz tempo. Ele estava muito bêbado na primeira vez que nos falamos. João brigava com todos dizendo que não iria entrar na fila, mas queria levar a cesta básica assim mesmo. Eu me aproximei dele e disse com toda ternura do meu coração: “O senhor bebeu logo cedo?”. Ele sentiu toda a minha ternura e me disse sobre a qualidade das bebidas de hoje em dia. João me contou sobre o fato de não ter mais armas em casa, visto que sua mulher havia lhe dado um tiro certa vez. Neste ponto eu confirmei que não ter mais armas tinha sido uma prudente decisão. Ele também me contou choroso, sobre o seu netinho que iria nascer e que teria se afastado do filho. Enfim, ele entrou na fila, pegou a cesta básica e partiu.

Os próximos encontros foram intercalados em momentos em que João se apresentava para mim, mostrando que não estava bêbado. E em outros momentos em que ele nem se lembrava de nada, de tão bêbado. Um dia eu lhe perguntei sobre o seu neto que iria nascer. Ele chorou e disse: “Você se lembra?”. Sim, eu me lembro!

No domingo passado João estava lá. Ele estava com roupas sujas e rasgadas, num dia muito frio! Ele me contou que havia chegado 4:30 h e somente saiu da fila para tomar uma bebida. Ele me mostrou sorrindo que já não tinha dentes na boca. Eu segurei na sua mão e disse: “João, sua mão está fria!!!”. Ele se assustou com mais uma dose de ternura e disse muito carinhoso: “Você quer casar comigo? Dou-lhe um milhão de reais.” Eu ri muito. João me perguntou se em um milhão eu via dinheiro suficiente para não trabalhar mais. Eu lhe disse: “Para ser sua esposa eu precisaria aprender a usar armas, o senhor não deve ser muito honesto com as mulheres.” Ele sorriu, limpando algumas lágrimas e disse melancólico: “Ohhh, menina! Você não se esquece de mim.”.

Não me esqueço dele, pois ele é um grande professor para mim. Pensei em como eu poderia casar com uma pessoa com a alma tão adoecida quanto a minha? Nessa grande jornada da evolução em que estamos, há que se pensar nas bodas. Veja bem….

Este inusitado pedido de casamento me fez refletir muito e me fez lembrar da historia contada por Jesus. Me perguntei sobre quando estarei com a minha candeia cheia das virtudes de amor, fé e honestidade e poderei entrar em estado de profunda paz interior (Reino dos Céus), em pleno casamento com o meu Eu interior?

candeia

“O Reino dos céus será, pois, semelhante a dez virgens que pegaram suas candeias e saíram para encontrar-se com o noivo. Cinco delas eram insensatas, e cinco eram prudentes. As insensatas pegaram suas candeias, mas não levaram óleo. As prudentes, porém, levaram óleo em vasilhas, junto com suas candeias. O noivo demorou a chegar, e todas ficaram com sono e adormeceram.” Mateus 25-1:5

Nesta preparação para o dia do cassamento, há que se estar desperto e pronto para o noivo.

“À meia-noite, ouviu-se um grito: ‘O noivo se aproxima! Saiam para encontrá-lo!’ Então todas as virgens acordaram e prepararam suas candeias. As insensatas disseram às prudentes: ‘Deem-nos um pouco do seu óleo, pois as nossas candeias estão se apagando’. ” Mateus 25-6:9

A preparação é individual. Apesar de encontrarmos muitos professores pela vida, mas as virtudes (óleo) devem surgir de dentro e não há como comprar ou pegar de outrem.

“Elas responderam: ‘Não, pois pode ser que não haja o suficiente para nós e para vocês. Vão comprar óleo para vocês’. E saindo elas para comprar o óleo, chegou o noivo. As virgens que estavam preparadas entraram com ele para o banquete nupcial. E a porta foi fechada. Mais tarde vieram também as outras e disseram: ‘Senhor! Senhor! Abra a porta para nós!’ Mas ele respondeu: ‘A verdade é que não as conheço!'” Mateus 25-10:12

Você está pronto para tal casamento, para ser uno com o Deus que habita em você?

Chegará um dia em que Ele irá te reconhecer, pois cada dia você se aproxima mais da sua essência. Neste dia, vocês serão um só e viverão no Reino dos Céus.

Na jornada do autoconhecimento e da depuração do espírito, que todos nós possamos encher a nossa candeia de óleo para nos aproximamos da porta do noivo. Então, ele nos reconhecerá e nos esperará de braços abertos.

Enquanto isso… o namoro é a fase do aprendizado e, portanto, vamos namorar muito!

Luz Estelar!

Publicado em autoconhecimento, Evangelho de Jesus

O Reino dos Céus

Estar no Reino dos Céus é estar com aquele sentimento de paz plena. É sentir a calmaria mesmo em um mundo turbulento. Alguns chamam de iluminação, outros de unidade do ser e todos dizem sobre a mesma busca em essência. Trata-se do encontro da centelha divina dentro do nosso coração.

Quem está no Reino dos Céus aceita as diferenças do outro e ama a todos. Assim, não tem nem tempo e nem vontade do embate e das contendas.

Que hoje, ao menos por alguns instantes, possamos visitar o Reino dos Céus. Quem sabe, tomaremos um bom chá juntos neste lugar?

“Interrogado pelos fariseus sobre quando vem o Reino dos Céus, em resposta, disse-lhes: O Reino dos Céus não vem de modo visível, nem dirão: Vede aqui ou vede ali, pois o Reino dos Céus está dentro de vós.” Mateus 17:20-21.